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Sabendo que durante a sua caminhada escutista os nossos miúdos atravessam várias fases da sua idade evolutiva, é natural que o quadro de valores vá evoluindo de secção para secção. Estaremos nós aplicar a mística da forma mais adequada? Deverão a mística de cada secção ser estanques ou ir evoluindo, alterando-se de forma a se adaptarem à evolução dos tempos?
Continuam as várias místicas e simbologias actuais a fazer sentido para os nossos miúdos?
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1 comentário:
As simbologias não perdem actualidade, caro Musarenho. São o que fica depois de todas as modas terem passado. Ainda que a mística possa ter um face-lift (adequação a mudanças de regime, como foi a transição da ditadura para a democracia, por exemplo), haverá sempre um resíduo que ficará.
O problema, caro Musarenho, é que a mística é apreendida pelos nossos elementos como algo de "careta", uma chatice. Repara bem, a mística, aquilo que nos diferencia de outras associações, aquilo que é a nossa identidade é algo que os elementos rejeitam. Falta de "jeito" para a transmitor? Talvez, lembro-me muitas vezes das reacções de rejeiçãoào Homem Novo...
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